sexta-feira, 10 de abril de 2009

II SEMINÁRIO BRASILEIRO LIVRO E HISTÓRIA EDITORIAL

Dia : 11 a 15 de maio de 2009.

http://livroehistoriaeditorial.pro.br/segundoseminario/

Contatos:
Secretaria: lihed.secretaria@gmail.com Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Coordenação: anibalfabraganca@gmail.com Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Telefax: 55 21 2629 2783

Endereço da Secretaria:
II Seminário Lihed
Biblioteca Central do Gragoatá, sala T5 - Campus Gragoatá da UFF
Rua Professor Marcos Waldemar de Freitas Reis, s/nº - São Domingos
Niterói - Rio de Janeiro - Brasil
CEP 24210-201

sábado, 31 de maio de 2008

DICAS DE LEITURA



Selma Crespo bibliotecária da UNICARIOCA deu esta dica de leitura:



Comer, Rezar e amar (Elizabeth Gilbert)
Buscando tempo e espaço para descobrir quem era e o que realmente queria. Liz Gilbert, se livrou de tudo. Demitiu-se do emprego e partiu para uma viagem de um ano pelo mundo – sozinha. Comer, rezar e amar fala sobre o que pode acontecer quando você assume a responsabilidade por seu próprio contentamento e pára de tentar viver seguindo os ideais da sociedade.

terça-feira, 25 de março de 2008

AS ÁRVORES E OS LIVROS




As árvores como os livros têm folhas
e margens lisas ou recortadas,
e capas (isto é copas) e capítulos
de flores e letras de oiro nas lombadas.

E são histórias de reis, histórias de fadas,
as mais fantásticas aventuras,
que se podem ler nas suas páginas,
no pecíolo, no limbo, nas nervuras.

As florestas são imensas bibliotecas,
e até há florestas especializadas,
com faias, bétulas e um letreiro
a dizer: «Floresta das zonas temperadas».

É evidente que não podes plantar
no teu quarto, plátanos ou azinheiras.
Para começar a construir uma biblioteca,
basta um vaso de sardinheiras.



(Jorge Sousa Braga)

Dicas para conservar livros e bibliotecas

1.Grandes quantidades de livros são pesadas. Dê atenção a espessura das prateleiras.

2.O livro deve ser constantemente manuseado. O virar das páginas oxigena o material, impede a acumulação de microrganismos que atacam o papel e colabora para que as folhas não fiquem ressecadas e quebradiças.

3.Folheie rapidamente, mas cuidadosamente, o livro sempre que for colocá-lo de volta na prateleira. Isso vai arejá-lo.

4.Não guarde os livros acondicionados em sacos plásticos, pois isto impede a respiração adequada do papel.

5.Evite encapar os livros com papel pardo ou similar. Essa aparente proteção contra a poeira causa, na realidade, mais dano do que benefício ao volume em médio e curto prazo. O papel tipo pardo, de natureza ácida, transmite seu teor ácido para os materiais que estiver envolvendo (migração ácida).

6.Faça uma vistoria anual. Retire todos os livros, limpe-os com um pano seco. Limpe a estante com um pano úmido. Evite passar produtos fortes do tipo lustra-móveis, já que seus resíduos podem infiltrar no papel.

7. Deixe sempre um espaço entre estantes e parede. A parede pode transmitir umidade aos livros. E, com a umidade, surgem os fungos.

8. Armários e estantes devem ser arejados. Estantes fechadas devem ser periodicamente abertas.

9. Estantes de metal são preferíveis do ponto de vista da conservação dos livros.
Não use clipes como marcadores de páginas. O processo de oxidação do metal mancha e estraga o papel.

10.Em estantes de madeira, pense em revestir as prateleiras com vidro. Não use tintas a base de óleo.

11. Bibliotecas devem ser frequentadas. Nem pense em porões. Baixa frequência de pessoas aumenta a insidência de insetos. Considere um tratamento anual contra traças.

12. Não guarde livros inclinados. Aparadores podem mantê-los retos.
Encadernações de papel e tecido não devem ser guardadas em contato direto com as de couro.

13. Na prateleira, os livros devem ficar folgados. Sendo fáceis de serem retirados, duram mais. Comprimidos nas prateleiras, induzem a sua retirada de maneira incorreta, o que danifica as lombadas e fatalmente leva ao dano da encadernação. Livros apertados também favorecem o aparecimento de cupins.

14. Quando tirar um livro da prateleira, não o puxe pela parte superior da lombada, pois isso danifica a encadernação. O certo é empurrar os volumes dos dois lados e puxar o volume desejado pelo meio da lombada.

15.A melhor posição para um livro é vertical. Livros maiores devem ter prateleiras que permitam isso. Em último caso deixe-os horizontalmente, tomando-se o cuidado de não sobrepor mais de 3 volumes.

16.Luz do sol direta nem pensar. O sol desbota e entorta as capas.

17.Se for um livro antigo ou de algum outro valor ou de maior sensibilidade, lave as mãos antes de folheá-lo, já que mãos engorduradas contribuem para a aceleração da decomposição do papel. Evite umedecer as pontas dos dedos com saliva para virar as páginas do livro.

18.Ao ler um livro, evite abri-lo totalmente, como por exemplo, em cima de uma mesa. Isto pode comprometer a estrutura de sua encadernação.

19.Não utilizar fitas adesivas tipo durex e fitas crepes, cola branca (PVA) para evitar a perda de um fragmento de um volume em degradação. Esses materiais possuem alta acidez, provocam manchas irreversíveis onde aplicado.

Fonte: Site do Alessandro Martins

terça-feira, 11 de março de 2008

Dia 12 de março é nosso dia!



Um pouco de história...

A importância do bibliotecário guardar e organizar livros e documentos, de forma que qualquer pessoa consiga encontrá-los facilmente. Isso é um supertrabalho para os bibliotecários ou biblioteconomistas, profissionais que cuidam de toda a organização de uma biblioteca.

Você sabe por que estamos falando de biblioteca, bibliotecários, biblioteconomistas, livros e documentos? É porque em 12 de março comemoramos o Dia do Bibliotecário. Essa data foi escolhida em homenagem a Manuel Bastos Tigre, que nasceu em Recife-PE em 12 de março de 1882 e faleceu em 1957.

Manuel Bastos terminou o curso de Engenharia em 1906 e resolveu fazer uma especialização nos Estados Unidos. Lá ele conheceu o bibliotecário Melvil Dewey. Esse encontro mudou o rumo da carreira do brasileiro: ele passou de engenheiro a bibliotecário. Trabalhou no Museu Nacional, na Biblioteca da Associação Brasileira de Imprensa e também na Biblioteca Central da Universidade do Brasil.

A biblioteconomia e eu....

"A Biblioteconomia chegou até a mim através da Revista Claudia, quando ainda estava em dúvida o que faria no vestibular. Pensei em fazer artes, educação física, mas quando bati o olho nesta matéria, decidi e fiz o vestibular para biblioteconomia. Passei para a UFF e assim formei. Mas o dia-a-dia faz o profissional. Quando ainda fazia o curso estava fazendo estágio numa das bibliotecas de artes mais importante do país. Consegui me efetivar como funcionária e neste ano vou fazer 22 anos que venho exercendo a minha profissão.
A paixão por bibliotecas e livros de arte foi instantânea. Com o passar do tempo, integrei um grupo chamado REDARTE (Rede de Bibliotecas e Centros de Informação em Arte no Estado do Rio de Janeiro) do qual atualmente sou Presidente. A integração com outras bibliotecas de arte e também com os diversos profissionais nesta área tem me proporcionado um conhecimento mais amplo da profissão. Além de ser enriquecedor é uma profissão que dá possibilidades de usar criatividade e imaginação.
Eu penso que o SEGREDO de tudo isso é poder beneficiar, compartilhar e fazer muitas amizades nesta profissão."


PARABÉNS A TODAS PELA DEDICAÇÃO DIÁRIA, NOBRES BIBLIOTECÁRIAS GUERREIRAS!


Mary K. Shinkado
Bibliotecária do Museu Nacional de Belas Artes/RJ
Presidente da REDARTE/RJ

segunda-feira, 3 de março de 2008

Sistema de Informação




(Contribuição da nossa bibliotecária do Museu Castro Maya, Denise Maria da Silva Batista)


Vídeo sobre as dificuldades que todos enfrentamos ao lidar com um novo sistema de armazenamento de textos e dados.

Este daqui trata de um sistema inventado na Idade Média. Vale a pena ver.

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

O valor do conhecimento




"O que traz valor para as pessoas e para as empresas, no longo prazo, é oconhecimento e não a informação"

Carlos Alberto Júlio


Existem pessoas tão preocupadas com os valores que não conseguem enxergaros números. Mas piores mesmo são aquelas que, de tão preocupadas com osnúmeros, se esquecem dos seus valores.E isso acontece todos os dias, em todos os lugares. Cada geração tende areaprender os seus princípios. Precisamos nos adaptar constantemente àsnossas próprias invenções para chegarmos onde queremos. E é nesse ponto queaparece um dos maiores dilemas dos seres humanos, e que nos leva a olhar para dentro de nós mesmos e perguntar: o que importa para a minha vida? Seráque a fama, o sucesso e o dinheiro compensam outras frustrações que vamosacumulando ao longo dessa jornada?E a paz interior corporativa? Ela também começa quando equacionamos o nossoequilíbrio, simplicidade, sucesso e eficácia, que nos permitem fazer o nossotrabalho mais rapidamente para termos mais tempo para ficar com a família,estudar ou fazer aquilo que sempre adiamos por algum motivo aparentemente justificável. Mas, para atingir um resultado positivo nessa equação, épreciso saber conhecer as suas necessidades e viver de acordo com os seus valores, sem deixar o conhecimento para trás. Lembre-se de que o acessoimediato à informação é o que complementa o valor de um profissional nosdias de hoje.É importante que se entenda muito bem que o que traz valor para as pessoas epara as empresas, no longo prazo, é o conhecimento e não a informação.Ninguém aqui renegaria o valor da informação certa na hora certa,principalmente aquelas de caráter competitivo. Porém, há de se definir que ainformação tem caráter cumulativo, enquanto o conhecimento é seletivo, ouseja, enquanto a informação pode ser buscada na hora que dela necessitamos,e armazenada se necessário for, o conhecimento exige inferência e uso paragerar valor.A propósito, o conhecimento só serve para duas coisas: ser compartilhado ou gerar valor. O conhecimento retido na pessoa ou num livro que nunca serálido é um tesouro no fundo do mar. A sabedoria, por sua vez, é todo oconhecimento aplicado. Quando você usa conhecimento para viver melhor,produzir melhor, está exercendo uma certa sabedoria. A obsolescência nas organizações parece advir cada vez mais da incapacidade de gerir e compartilhar as experiências que estão nas pessoas que lá trabalham. Por outro lado, você sabe que está ficando obsoleto no campo pessoal quando párade aprender.Na relação da gestão do conhecimento organizacional, a questão emergente écomo gerenciar algo cuja aquisição não se pode obrigar. O conhecimento só serecebe voluntariamente, não é possível impô-lo. Na questão pessoal, épreciso entender que a busca por conhecimento deve ser multidisciplinar.Escreva seus valores e o que eles significam para você. Não basta tê-los nacabeça e no coração, é preciso escrevê-los no papel. Priorize seus valores,valorize seus conhecimentos e será o mercado que dirá quanto você vale.Afinal, quanto vale a sua paz interior? Muito mais que o seu salário, eu não tenho a menor dúvida. E se fizermos esta pergunta daqui a 500 anos, a resposta será a mesma, com certeza.



Carlos Alberto Júlio é presidente da HSM do Brasil, professor, palestrante eautor dos best-sellers: Reinventando Você!, A Magia dos Grandes Negociadorese seu mais recente sucesso, A Arte da Estratégia. Graduado em administraçãode empresas com especialização na Harvard Business School e no IMD deLausanne-Suíça, Júlio é professor na USP, ESPM e FGV